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quinta-feira, 29 de maio de 2014

Ditadura Militar - Minicurso e Relato de experiência

cartaz de divulgação do evento

A realização de um minicurso aos alunos de 9º ano EF e 3º ano do EM, após algumas discussões e estudos optamos pelo tema Ditadura Militar,que por sua vez está passando pelo seu triste "aniversário de 50" anos uma data muito importante para nós como brasileiros.
Ditadura Militar foi um regime em que a política da militância comandava o Brasil. O golpe de 1964,marca uma serie de eventos ocorridos que culminaram em um golpe de estado que pôs fim ao governo de João Goulart, conhecido com Jango. Durante esse regime ocorreu um fortalecimento de poder central, sobre tudo do poder executivo,as forças armadas passou a controlar a sucessão presidencial, indicando um candidato militar que por sua vez era referenciado pelo Congresso Militar. A liberdade de expressão e de organização era quase inexistente, partidos políticos, sindicatos,agremiações estudantis foram suprimidas ou sofreram interferências. 
Os meios de comunicação e manifestações foram reprimidos pela censura.
Diante o período que estamos vivendo está triste data enxergamos a importância em reproduzir para nossos alunos de forma mas dinâmica o que foi este período em nosso país, o minicurso foi planejado com uma linguagem mas ampla ,os vídeos com interatividade, onde chamasse a atenção do aluno para o tema, palestras e discussões entre eles mesmo, desmitificando e interagindo aluno/professor, encerramos com um debate com senhor Parcival.
O senhor Parcival Moreira Coelho foi preso no período da Ditadura Militar, e viveu passou um ano exilado, longe da família, e de sua cidade, em seu relato ele nos conta um pouco de como foi esse período de sua vida e como ele se tornou um militante. 

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os resultados do minicurso foram incríveis, a experiência do senhor Parcival, é emocionante, a cada detalhe que ele contava todos ficávamos mais atentos para que não se perdesse, nada. mesmo com a dificuldade de um bom sistema de som todos aproveitamos muito o relato, com ele podemos entender muito do sistema de governo, implanto atualmente no Brasil.

Ainda sobre os resultados temos alguns depoimentos, de alunos e bolsistas participantes do evento sobre Ditadura Militar:



A acadêmica/bolsista Fabiana diz:
"Foi muito proveitoso a experiência, pois além de desenvolver a prática e o domínio e de uma sala de aula, disponibilizamos também nosso conhecimento com os alunos. Os alunos de ensino fundamental "conheceu" uma visão diferente dos livros didáticos e alunos do EM puderam ter uma noção de como é o meio acadêmico, assim já se preparando para o vestibular."
___
 


quarta-feira, 28 de maio de 2014

PROJETO DO MINICURSO 7º ano - "Mundusnovus a visão do outro"

Colégio Estadual Dom Bosco
Bolsistas do PIBID: Ana Paula Alves de Oliveira
Nayrhainne Souza Duarte
Professora supervisora: Idelma do Carmo Ferreira Silva.
Professora coordenadora: Ordália Cristina Gonçalves Araújo
7º ano B- vespertino
 Disciplina: História


PROJETO DO MINICURSO DO BIPID (04/2013)

1     Eixo (s) temático (S)
A construção da Idade Moderna e o processo de conquista ecolonização européia do Novo Mundo.

2    Tema
Mundusnovus a visão do outro.

3   Conteúdos
A América Portuguesa a chegada dos Portugueses em terras desconhecidas, hoje o Brasil.
A descoberta de “Mundusnovus”.

       Conceitos

·         Identidade
·         Cultura
·         Aculturação
·         Memória
·         História oral.

      Problematização

            O minicurso pretende levantar algumas discussões sobre assuntos preponderantes da colonização da America portuguesa, visando principalmente o processo de contato entre a sociedade indígena e a sociedade européia tentando entender as visões antagônicas existentes no período. E tentar trazer essas relações de entendimento da cultura dooutro, para a nossa realidade multicultural.
           O processo de “descoberta” do novo mundo inicia-se a partir da expansão marítimo-comercial européia, por volta do século XV e XVI. Constituindo plenamente a transição do feudalismo para o capitalismo. Esse processo histórico foi marcado pelas Grandes Navegações.
           Esse processo constitui-se à busca de uma solução para livrar-se da crise econômica que se instalou na Europa no final da Idade Media. Com o aumento da população européia, a falta de terras cultiváveis, as técnicas rudimentares do antigo feudalismo não conseguiam suprir a falta de alimentos da população e também a classe da burguesia emergente começa a se instalar. Então a conquista de novos mercados fora da Europa seria a solução para atender as necessidades desta população em crescimento.
          No século XV a vida comercial européia era basicamente através do comércio das especiarias (cravo, canela, pimenta, noz-moscada, gengibre) e de artigos de luxo (porcelanas, tecidos de seda, marfim, perfumes), provenientes do Oriente especificamente África e Ásia. Esse comércio era monopolizado pelos Italianos que utilizavam o porto de Constantinopla, como o principal centro comercial da época.
          Os portugueses orientavam através de um plano que era avançar cada vez mais no caminho das Índias, sempre contornado a costa do continente africano. Mas algo, por assim dizer, deu errado ou já se sabia da existência de um novo continente? Não sabemos ao certo. O que sabemos é que Pedro Álvares de Cabral chegou, ao então continente Americano no dia 22 de Abril de 1500, a expansão âncora em um monte, ao qual deram o nome de monte pascoal. Cabral retorna a Portugal com a notícia de ter descoberto uma nova rota e novas terras.
         A principal idéia que se pensou ao descobrir o “Mundos Novus” foi dominar e explorar, ou seja, dominar os nativos (índios) e explorar a riquezas do continente. Assim aconteceu, o europeu utilizaram as idéias da igreja católica, no intuito de catequizar os índios, para aproximar deles.
         A princípio os europeus possuíam a idéia de descobrir o “caminho, portanto, para as fontes de sonhadas riquezas referidas ao Eldorado.” (PRIORE, 1992) Mas no primeiro momento encontraram como fonte de exploração o pau-brasil, uma madeira que servia par tingimento de tecidos.
         Assim o tema que propomos a discutir envolve destacar a visão com que ambos os personagens desse enredo viam um do outro, no início, de estranheza e medo. Nesse momento os europeus passaram a adotar a idéia do eurocentrismo, como sendo a Europa o eixo de construção de toda a história, ou seja, a Europa consistia o centro do processo de construção do mundo.  Os europeus viam o índio como um povo a ser dominado devido “o índio [...] selvagem, bárbaro, cruel, antropófago.” (PRIORE, 1992,6)
         Os portugueses achavam-se superiores aos indígenas e, portanto, deveriam dominá-los e colocá-los ao seu serviço. A cultura indígena era considera pelo europeu como sendo inferior e grosseira. No sentido de que “nem têm bens próprios, mas todas as coisas são comuns. Vivem ao mesmo tempo sem rei e sem comando, [...] Tomam tantas mulheres quantas querem [...] não tem nenhum templo, não tem nenhuma lei, nem são idólatras” (VESPÚCIO,2003,42)
         Dentro desta visão, acreditava que sua função era convertê-los ao cristianismo e fazer os índios seguirem a cultura européia. Foi assim, que aos poucos, os índios foram perdendo sua cultura e também sua identidade.
        Os índios, porém, não possuíam a idéia de capitalismo e nem conheciam outros povos. Para eles o choque com a cultura européia foi algo sem explicações, o sentido de não se possui relatos dos índios sobre o processo de colonização, no sentido de não saberem dominar a escrita, até este momento. Eles não conseguiam entender quais motivos os brancos, vêm as suas terras exploram, matam quem tenta os impedir e agem de maneira natural. Algo que para os índios era algo complexo de se entender.
        Dessa maneira o problema principal consiste em como entender as visões do europeu sobre os índios e o dos índios sobre os europeus. No sentido de que a sociedade indígena não havia desenvolvido a escrita era uma sociedade que se baseava essencialmente na história oral e memória dos antepassados e sua origem enquanto povo, neste caso uma parte da história ficou presa nos relatos dos europeus.
        O problema é: será que as cartas de Pero Vaz de Caminha e AméricoVespúcio foram exatamente como foram relatados? Os índios são mesmo uma sociedade primitiva? Deve-se pensar ainda na concepção de que a Europa sempre será uma sociedade desenvolvida é, que a America sempre será sua filha, no sentido de atraso no seu desenvolvimento? Pode se tentar traçar um paralelo entre o encontro dos índios e os europeus, com as questões de aceitação das diferenças das pessoas hoje neste mundo tão diversificado?
        Compreender as respostas dessas perguntas faz com que possamos refletir um pouco sobre os aspectos da colonização da America portuguesa, das relações de poder dos europeus sobre as sociedades indígenas, refletir sobre o misticismo da Europa como a mãe de todas as sociedades e também analisar as questões históricos sociais da sociedade preconceituosa de hoje, tentando a compreende - lá.

6      Justificativa

        A escolha deste tema ocorreu no intuito de situar os alunos sobre aspectos da colonização portuguesa na America e também situar os alunos sobre questões que tomam grande destaque na mídia ultimamente. São questões com relação, a não aceitação das diferenças dos outros. Neste casso o projeto em si desenvolvido no intuito de não solucionar o problemas, mas dar-lhe uma historicidade, a respeito de não agirmos de tal maneira, que nós devemos respeitar as diferenças.

Vivemos uma época em que nada é inteiramente novo, mas na qual os ecos do passado tornam-se capazes de intensa seduçãocomo se fossem marcas magistrais de descoberta e inovação. Assim, a diversidade social humana, em parte vista como nossa imensa riqueza, È, ao mesmo tempo, o grande desafio, uma vez que o diferente é, no mínimo, condição de risco e de perigo, mas, também, um mesmo. Cabe, portanto, pensar e refletir sobre as diferenças, ressalvar direitos à cultura, práticas, costumes, religião e línguas próprias para aqueles que são diferentes, mas que estão no meu, no nosso mundo. (GUSMÃO,1999,15)

         Visto que vivemos numa sociedade que baseia se em princípios capitalista, não levando em conta as condições dos outros. Acabamos por rotular as diferenças das pessoas, ou seja, acaba-se generalizando e agindo de modo preconceituoso em relação à idéia de julgar o outro. Da mesma maneira que os portugueses subestimaram a capacidade intelectual e social das sociedades indígenas. Nós acabamos tendenciando, mesmo não querendo, a subestimar o outro.
         Dessa maneira o projeto tem o objetivo de transmitir a idéia de compreensão e aceitação das diferenças do outro, fazendo reflexões do passado no presente para o futuro com relação à idéia de aceitação das diferenças do outro.

7      Objetivos Gerais

        Entender o processo de colonização da America portuguesa, enfocando em conceitos como alteridade, cultura e aculturamento. Possibilitar como que o projeto possa desenvolver um olhar crítico e sobre tudo possibilitar a compreensão da idéia de entender as diferenças do outro não só do passado, mas também do presente.

 Objetivos Específicos

  • ·          Desenvolver atitudes contrárias ao racismo, ao preconceito e qualquer forma de discriminação.
  • ·         Desenvolver atitudes de respeito e tolerância às diversidades culturais.
  • ·         Utilizar a leitura, a compreensão e a interpretação de textos diversos para tornar-se um leitor competente e possibilitar o letramento linguístico, literário, social, científico.



8      Metodologia de desenvolvimento

          Oficina será organizada na primeira aula em círculo e iniciará através da dinâmica da “batata quente do conhecimento”, com balões. Isso proporcionará levantar os conhecimentos prévios dos alunos, sobre a colonização da America portuguesa e o entendimento do outro, mas de maneira diferente. Utilizando de imagens que fazem ligação entre si, daremos a oportunidade dos alunos se expressarem sobre o que eles sabem sobre aquela imagem. A partir desse levantamento ocorrerá então a explicação, buscando sempre raciocinar historicamente as imagens. Tentando fazer com que o aluno desenvolva sua própria linha de pensamento com relação ao processo de colonização do europeu no Brasil.
          Além do mais proporcionar historicamente aos alunos, a capacidade de entender as relações de poder que o “outro”, neste caso o europeu submeteu os indígenas e também fazer um paralelo com a ideia de respeitar e compreender as diferenças sociais e culturais da nossa sociedade. Que acontecerá na segunda e terceira aula. Utilizar-se-á na terceira aula um recurso didático que consiste na música “Índios – Legião Urbana”, uma maneira de demonstrar que a história não está presa nos livros didáticos, mas que está inserida no nosso cotidiano e que muitas vezes não percebemos a essência da letra da música que o compositor quis transmitir.
   No final da terceira aula buscará a leitura e interpretação das atividades de fixação de conhecimento, para que os alunos possam responder as atividades em suas casas. Isso porque exigirá do aluno interpretação de imagem através de uma charge e também a interpretação de documento, no caso um fragmento da carta de Pero Vaz de Caminha, sobre o descobrimento de uma nova terra. O que se pretende com essas atividades consiste em proporcionar aos alunos reconstruírem o conhecimento histórico a partir do seu entendimento. Tentar-se-á construir uma aula a partir das abordagens expositiva e dialogada. Buscando sempre alcançar o objetivo de transmissão do conteúdo e suas reflexões sociais e reconstrução histórica do passado.

9-      Avaliação

Ao final do projeto serão desenvolvidas duas atividades avaliativas com o intuito de perceber o grau de aprendizado dos alunos e também proporcionar a eles a interpretação de documentos. Visto que uma das funções do professor e auxiliar na capacidade dos alunos de interpretar fontes documentais, as atividades são divididas em duas questões.
Sendo a primeira questão contendo uma charge que demonstra a chegada dos portugueses ao Brasil, trazendo uma discussão a respeito se o continente foi descoberto ou invadido por eles. Já a segunda questão consiste em análise do fragmento do documento de Pero Vaz de Caminha sobre a descoberta da nova terra. Essa questão e subdividida em duas alternativas. Sendo a primeira consiste na produção de um texto com base na explicação do conteúdo e do documento, demonstrando a visão que os europeus tiveram dos índios. A segunda alternativa consiste na opinião dos alunos a respeito, se os europeus estavam mesmo preocupados em salvar as almas dos índios ou se era outra coisa que eles estavam interessados.  

1  Cronograma de Execução

1º momento- Consiste na primeira aula, onde ocorrerá o levantamento prévio do conteúdo através de uma dinâmica envolvendo imagens e inicio do processo de exposição do conteúdo. No dia 24 de abril de 2013, série 7 ano B vespertino no 5º horário.

2º momento- Continuação da aula anterior de forma expositiva e dialogada. No dia 25 de abril de 2013, série 7 ano B vespertino no 5º horário.

3º momento- Analise e problematização da música do Legião Urbana - Índios e também o diagnostico do conteúdo por parte dos alunos, através de duas atividades avaliativas. No dia 25 de abril de 2013 no 6º horário.

1  Recursos e materiais
Recursos/Humanos:
·         Professor
·         Aluno

·         Quadro e giz;
·         Imagens;
·         Folha A4;
·         Xerox;
·         Letra da música do Legião Urbana- Índios
·         Mapa mundo


   Referências Bibliográficas

AMADO, Janaína e FIQUEREDO, Luiz Carlos. (Orgs.) Brasil 1500 Quarenta documentos. ed.São Paulo: Editora Universidade de Brasília,2001.
BLOCH, Marc Leopold Benjamim. Apologia da história ou oficio do historiador. Ed, Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
Currículo Referência da Rede Estadual de Educação de Goiás.
FONSECA, Selva Guimarães. Projetos de trabalho: teoria e prática.12.ed, Campinas: Papirus editora, 2011.
 Letra da música índios do legião urbana. Disponível em: http://letras.mus.br/legiao-urbana/92/. Acesso dia: 04/04/2013
GUSMÃO, Neusa Maria Mendes de. Linguagem, Cultura e Alteridade: Imagens do outro. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/cp/n107/n107a02.pdf. Acesso dia: 03/04/2013
PRIORE, Mary Lucy Murray Del. Retrato da América quando jovem: Imagens e representações sobre o Novo Continente entre os séculos XVI e XVIII. Estudos históricos, Rio de Janeiro, vol.5, n.9, 1992, p.3-13.
Sobre os índios do Brasil. Disponível em: http://www.suapesquisa.com/indios/. Acesso dia: 03/04/2013
VESPÚCIO, Américo. Novo Mundo: as cartas que batizaram a América.ed. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2003.



Anexo



                    MÚSICA ÍNDIOS– LEGIÃO URBANA (1986)  



Quem me dera ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha.
Quem me dera ao menos uma vez
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano-de-chão
De linho nobre e pura seda.
Quem me dera ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente.
Quem me dera ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Fala demais por não ter nada a dizer.
Quem me dera ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto
Como o mais importante
Mas nos deram espelhos e vimos um mundo doente.
Quem me dera ao menos uma vez
Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três
E esse mesmo Deus foi morto por vocês
Sua maldade, então, deixaram Deus tão triste.
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim.
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
Quem me dera ao menos uma vez
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes.
Quem me dera ao menos uma vez
Fazer com que o mundo saiba que seu nome
Está em tudo e mesmo assim
Ninguém lhe diz ao menos, obrigado.
Quem me dera ao menos uma vez
Como a mais bela tribo
Dos mais belos índios
Não ser atacado por ser inocente.
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim.
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
Nos deram espelhos e vimos um mundo doente
Tentei chorar e não consegui.



ATIVIDADES



COLÉGIO ESTADUAL DOM BOSCO
JUSSARA 25 DE ABRIL DE 2013
ALUNO (A): ____________________________________________________
 PROFESSORAS BOLSISTAS DO PIBID: ANA PAULA E NAYRHAINNE                            SÉRIE: 7º ANO B
 PROFESSORA SUPERVISORA: IDELMA DO CARMO SILVA FERREIRA


1-       Analise a imagem e responda a questão:



































A partir da charge e do conteúdo estudado, responda porque o território conhecido como Brasil não foi “descoberto” pelos Portugueses?
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
2. Este documento consiste no fragmento da Carta de Pero Vaz de Caminha escrita em 1500 para o rei de Portugal, para relatar ao rei sobre as descobertas da nova terra.

 “A feição deles é serem pardos, à maneira de avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos. Andam nus, sem nenhuma cobertura, nem estimam cobrir nenhuma coisa [...]. Não pudemos saber até agora que nela haja ouro, nem prata, nem nenhuma coisa de metal, nem de ferro, nem lho vismo. Porém a terra em si é de muito bons ares, frio e temperados [...] Águas são muitas, infindas. E de tal maneira é graciosa que, querendo aproveitá-la, dar-se-á nela tudo, por bem das águas que tem. Porém, o melhor fruto que nela se pode fazer me parece que será salvar esta gente. Esta deve ser a principal semente que Vossa Alteza nela deve lançar.” ( Carta de Pero Vaz de Caminha- 1500)

a)      A partir dos relatos do documento de Pero Vaz de Caminha e das discussões em sala de aula, produza um pequeno texto, com suas próprias palavras, sobre como os índios foram representados pelos europeus nesse período.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
B) O fragmento do texto de Pero Vaz de Caminha mostra que o objetivo dos europeus seria de salvar as almas dos índios, através da catequização. Em sua opinião foi isso realmente o que aconteceu? Justifique.

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quarta-feira, 30 de abril de 2014

PIBID no Prêmio - Curta Histórias

Conhece o "Prêmio - Curta Histórias"?
Curta Histórias é uma premiação voltada aos alunos matriculados na Educação Básica da rede pública de ensino de todo o país. Em sua segunda edição, o prêmio tem como tema Personalidades Negras.

Bolsistas e Alunos do CEDB

Cada escola poderá inscrever apenas um vídeo em cada categoria, produzido por uma equipe formada por um professor ou educador responsável e até cinco alunos. As categorias são:

Ensino Fundamental – anos iniciais
Ensino Fundamental – anos finais
Ensino Médio
Educação de Jovens e Adultos

Os vídeos devem ter, no máximo, um minuto de duração, sem contar os créditos. As imagens podem ser captadas por meio de aparelhos de telefone celular ou câmeras domésticas.
As inscrições são gratuitas.
Nós juntamente com a Instituição parceira, Colégio Estadual Dom Bosco (CEDB), inscrevemos em duas das categorias acima citadas, Ensino Fundamental - anos finais com o 8º ano B, e na categoria Ensino Médio com o 2º E.
Estivemos na ultima semana, coletando imagens e criando os curtas, o resultado você confere nos links:

- Dandara - Curta História | CEDB 2E



- João Cândido: A luta continua |CEDB 8B





Queremos somente agradecer a todos que colaboraram , em especial aos professores que cederam algumas de suas aulas para que fossem realizada as gravações, a toda a organização do Colégio(sem exceções), a nossa amiga Anny Karoline por ter nos ajudado com as filmagens, aos nossos Professores supervisores Rodolfo Belchior, Idelma Ferreira e Ordália, nossa coordenadora de área, pela profunda incentivação ao projeto, e claro, aos nossos queridos alunos do CEDB, pois todos vocês foram fantásticos. Sinceros agradecimentos dos bolsistas do PIBID!

Estamos aguardando as próximas etapas, se chegarmos ao juri popular contamos com vocês, para as votações.

...Ah! E como prometido, as fotos de produção dos videos:

sábado, 23 de novembro de 2013

PROJETO DO MINICURSO - 9º ANO







UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS
UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE JUSSARA
CURSO DE HISTÓRIA



Aparecida Maria Ferreira Cândido
Jeniffer Amaral de Oliveira


PROJETO DO MINICURSO


Turma: 9º ano ensino fundamental
Duração: 3 aulas de 50 min.
Ano de realização: 1º bimestre do ano letivo de 2013

Eixo Temático: Brasil contemporâneo
Tema: ERA VARGAS

Justificativa:

         Este é um trabalho executado pelos bolsistas do PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência), que visa à necessidade de proporcionar o contato do aluno com o vestígio histórico. Trabalhar a “Era Vargas” tem tamanha importância quanto trabalhar a República Velha, pois é através da Era Vargas que se pode obter os conhecimentos necessário tanto sobre o governo de Vargas quanto aos acontecimentos da época como a depleção de 1929-1933. Tendo em mente que estes conhecimentos será de suma importância já que são muito requisitados em provas de vestibulares e do Enem.

Conteúdos:

v  As eleições e o movimento de 1930.
v  Era Vargas.
v  Governo provisório.
v  Oposição paulista.
v  Governo Constitucional de Vargas.
v  Os integralistas.
v  Os Aliancistas.
v  O Levante Comunista.
v  O Estado Novo.
v  Violência e propaganda.
v  Economia: Indústria e Agricultura.
v  Populismo.




Problematização:

      Apresentar para os alunos a musica “doutor Getulio” do autor Chico Buarque e cantora Simone, com o interesse de levantar algumas questões sobre o a Era Vargas.
 ü  Quem foi Getúlio Vargas?
ü  Como ele atingiu o poder?
ü  Por quantos anos ele foi presidente?
ü  Como foi sua queda?


Objetivos:

ü    Analisar e identificar os agentes que favoreceram a ascensão de Getulio Vargas ao poder.
ü  Compreender as transformações políticas e socioeconômicas do período Vargas.
ü  Discutir os conceitos: revolução, populismo e ditadura.

Conceitos:


ü  Tempo e Memória
ü  Revolução, populismo e ditadura

Metodologia de desenvolvimento:

Dividiremos em três etapas:

1ª etapa:
Após o levantamento prévio do conhecimento dos alunos sobre o tema “Era Vargas”, e o conhecimento sobe políticas, introduziremosa discussão sobre o tema, depois abriremos espaço para a exposição de idéias dos alunos sobre o tema, em seguida nós discutiremos como foi o início da Era Vargas e como aconteceu a ascensão de Vargas no poder.
Tempo: 1 aula.

2ª etapa:
Retornaremos o debate, relembrando alguns tópicos da aula anterior e discutindo alguns aspectos da revolução de 30, suas conseqüências e contribuições para a população através das mudanças ocorridas neste período, outra vez trazendo a participação dos alunos sobre esses tópicos, e procurar desenvolver o dialogo sobre o processo na política e o quão foi a resposta da população com essas mudanças.
Tempo: 1 aula.

3ª etapa:
Num terceiro momento finalizaremos as discussões sobre a Era Vargas, questionando aos alunos sobre o que foi discutido em sala e se isso mudou sua forma de ver a política e se os debates ocorridos em sala de aula contribuíram para ampliar os conhecimentos dos fatos ocorridos nesse período.Aplicaremos um exercício, a análise de uma musica, caso ocorra de não dar tempo de aplicar essa tarefa em sala, ficara como tarefa de casa.
Tempo:1 aula

Avaliação:

Solicitaremos para os alunos analisarem uma musica sobre governo de Vargas estabelecendo uma comparação com o conteúdo trabalhado em sala. Logo após,responder algumas questões relacionadas a esta. Sendo que o principal interesse desta atividade é despertar o senso critico do aluno.

Cronograma de execução:

O tempo estimado para a aplicação deste projeto é de 3 (três) aulas, sendo estas de 50 (cinquenta) minutos cada. Na primeira semana de Abril do ano de 2013, nos dias de segunda-feira, quarta-feira, quinta-feira e sexta-feira, nas turmas do 9º Ano C e9º Ano D.

Recursos humanos e materiais necessários:

·         Humanos
Ø  Bolsistas do Pibid; (Aparecida e Jeniffer)
Ø  Professora; (Idelma)
Ø  Alunos; (25 alunos no 9º C e 22 alunos no 9º D)

Ø  Materiais
Ø  Quadro;
Ø  Giz;
Ø  Livro Didático;
Ø  Retroprojetor;
Ø  Imagens; (fotos)
Ø  Texto impresso (musica)

Fontes:

BOULO, Junior Alfredo. História – Sociedade e Cidadania. 9º ano. São Paulo: FTD, 2009, (coleção História – Sociedade & Cidadania).
Disponível no site: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/estado-novo/plano-cohen.php (acessado em 21/03/2013)
Disponível no site: http://www.historiabrasileira.com/era-vargas/estado-novo/ (acessado em 20/03/2013).
Disponível no site: http://www.historiabrasileira.com/brasil-republica/governo-provisori-de-getulio-vargas (acessado em 20/03/2013).
FONSECA, Selva Guimarães. Didática e pratica de ensino de historia: Experiência, reflexões e aprendizados/ Selva Guimarães Fonseca. Campinas, SP: Papirus, 2003. – (coleção Magistério: Formação e trabalho pedagógico)


 ANEXO


                                         ATIVIDADES


Chico Buarque - Dr. Getúlio

Foi o chefe mais amado da nação
Desde o sucesso da revolução
Liderando os liberais
Foi o pai dos mais humildes brasileiros
Lutando contra grupos financeiros
E altos interesses internacionais
Deu início a um tempo de transformações
Guiado pelo anseio de justiça
E de liberdade social
E depois de compelido a se afastar
Voltou pelos braços do povo
Em campanha triunfal

Abram alas que Gegê vai passar
Olha a evolução da história
Abram alas pra Gegê desfilar
Na memória popular

Foi o chefe mais amado da nação
A nós ele entregoui seu coração
Que não largaremos mais
Não, pois nossos corações hão de ser nossos
A terra, o nosso sangue, os nossos poços
O petróleo é nosso, os nossos carnavais
Sim, puniu os traidores com o perdão
E encheu de brios todo o nosso povo
Povo que a ninguém será servil
E partindo nos deixou uma lição
A Pátria, afinal, ficar livre
Ou morrer pelo Brasil

Abram alas que Gegê vai passar
Olha a evolução da história
Abram alas pra Gegê desfilar
Na memória popular

Fonte: Musica; Dr. Getúlio escrita por Chico Buarque de Holanda no ano de 1983 e interpretada por Simone em 1985.






Colégio Estadual Dom Bosco
Nome:_____________________________________
Turma:__________    Data:___/____/____________


ANÁLISE DE MÚSICA

1 1)-  Com base nos textos trabalhados faça uma analise da musica “Dr. Getúlio”, em primeiro ponto o que ela aborda.
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
   2)-   Explique por que o autor faz esta exaltação de Getúlio Vargas? 
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
   3)-   Agora chegou sua vez, produza uma crítica ou uma defesa em forma de poema ou musica (paródia) ao Presidente Getúlio Vargas.

________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________